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	<title>Ecologia Tropical &#187; Avaliações</title>
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	<description>Blog educacional voltado ao ensino de ecologia no curso superior</description>
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		<title>Detalhamento notas da 1o. etapa</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 15:48:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conrado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avaliações]]></category>

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		<description><![CDATA[ 	 	 	 		




Participação
Trabalho
Prova
Total 1 etapa


Sena, L. A. 
8
6
19,5
33,5


Gilberti, L. H. 
8
6
23,5
37,5


Christo M. C. V. D.
6
6


12


Goncalves, M. S. 
7
6
22,5
35,5


Moreira M. P.
7
6
25
38


França, P. P.
9
6
27,5
42,5


Rossi, R. C. S.
7
6
23
36


Pirani, R. M.
8
6
20,5
34,5


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><title></title> 	 	 	 		<!--  		BODY,DIV,TABLE,THEAD,TBODY,TFOOT,TR,TH,TD,P { font-family:"Arial"; font-size:x-small } 		 --></p>
<table border="1" cellspacing="0" rules="groups" width="435">
<tr>
<td align="center" height="16" width="139"><font face="ae_AlHor"><br />
</font></td>
<td align="center" width="86"><font face="ae_AlHor">Participação</font></td>
<td align="center" width="86"><font face="ae_AlHor">Trabalho</font></td>
<td align="center" width="86"><font face="ae_AlHor">Prova</font></td>
<td align="center" width="86"><font face="ae_AlHor">Total 1 etapa</font></td>
</tr>
<tr>
<td align="center" height="16"><font face="ae_AlHor">Sena, L. A. </font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">8</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">6</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">19,5</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">33,5</font></td>
</tr>
<tr>
<td align="center" height="19"><font face="ae_AlHor">Gilberti, L. H. </font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">8</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">6</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">23,5</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">37,5</font></td>
</tr>
<tr>
<td align="center" height="19"><font face="ae_AlHor">Christo M. C. V. D.</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">6</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">6</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor"><br />
</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">12</font></td>
</tr>
<tr>
<td align="center" height="19"><font face="ae_AlHor">Goncalves, M. S. </font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">7</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">6</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">22,5</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">35,5</font></td>
</tr>
<tr>
<td align="center" height="17"><font face="ae_AlHor">Moreira M. P.</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">7</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">6</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">25</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">38</font></td>
</tr>
<tr>
<td align="center" height="17"><font face="ae_AlHor">França, P. P.</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">9</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">6</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">27,5</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">42,5</font></td>
</tr>
<tr>
<td align="center" height="19"><font face="ae_AlHor">Rossi, R. C. S.</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">7</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">6</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">23</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">36</font></td>
</tr>
<tr>
<td align="center" height="19"><font face="ae_AlHor">Pirani, R. M.</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">8</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">6</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">20,5</font></td>
<td align="center"><font face="ae_AlHor">34,5</font></td>
</tr>
</table>
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		<item>
		<title>Revisão avaliação I</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Oct 2007 15:33:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>conrado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avaliações]]></category>

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		<description><![CDATA[ 	 	 	 	 	 	 	 	
1) a- A taxa reprodutiva básica R0  representa o número de indivíduos produzidos por indivíduo ao final de uma geração. No caso de organismos com gerações discretas ela consiste também em um indicador de crescimento populacional, o fator de multiplicação que permite estimar o tamanho de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> 	 	 	 	 	 	 	 	<!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--></p>
<p>1) a- A taxa reprodutiva básica R<sub>0</sub>  representa o número de indivíduos produzidos por indivíduo ao final de uma geração. No caso de organismos com gerações discretas ela consiste também em um indicador de crescimento populacional, o fator de multiplicação que permite estimar o tamanho de uma população decorrido um determinado tempo.</p>
<p>Ela pode ser calculada por <font face="DejaVu Sans, sans-serif">ΣF</font><sub>x</sub><em><font face="DejaVu Sans, sans-serif">/a</font><sub>0</sub></em> ou por  <font face="DejaVu Sans, sans-serif">Σ<em>l</em><sub>x</sub><em>m</em><sub>x </sub></font><font face="Times New Roman, serif">em ambos os casos o valor obtido é de 4,55!</font></p>
<p>Com o valor obtido para R<sub>0</sub>  podemos dizer que há um aumento da população ao final de uma geração e que este aumento é de 4,55 vezes.</p>
<p>b)Observem que os organismos da população passa por um longo período pré-reprodutivo, com grandes taxas de sobrevivência (<em>l</em><sub>x</sub>) ao longo deste período até atingir a maturação e reproduzir, quando então as taxas de sobrevivência são consideravelmente mais baixas (curva de sobrevivência do tipo I). Desta forma, o ciclo de vida dos organismos desta população tende marcadamente a semelparidade.</p>
<p>2) a- Caso esta população fosse de uma espécie de praga o mais prudente seria a aplicação do controle em estágios anteriores ao 8-9 (linha <em>a<sub>7</sub></em>).</p>
<p>b)Os custos reprodutivos para as fêmeas desta espécie são evidenciados ao se analisar conjuntamente as linhas <em>q</em><sub>x</sub> e <em>F</em><sub>x </sub>. A medida em que o período reprodutivo avança é notado um aumento nas taxas de mortalidade. Assim, pode-se concluir que a reprodução, para os organismos desta população, requer grandes quantidades de energia implicando na diminuição da energia para a manutenção corporal e sobrevivência.<br />
3) a- A densidade populacional é um estimador que relativiza o número de indivíduos (abundância) pelo tamanho de uma área em questão permitindo que resultados de diferentes estudos sejam comparados. Contudo, sabemos que os populações ocupam certas porções do habitat que oferecem recursos e/ou condições favoráveis. Assim sendo, os indivíduos não estão distribuídos homogeneamente e a densidade populacional por si só não nos dá uma idéia da distribuição espacial dos indivíduos.</p>
<p>b) Estudar aspectos demográficos em organismos unitários implica em se trabalhar com indivíduos genéticamente &#8220;delimitados&#8221;. Por outro lado ao se trabalhar com organismos modulares a delimitação de um organismo genético é usualmente difícil de se ter. Desta forma quando se estuda aspectos populacionais de organismos modulares leva-se em consideração o número de módulos (no tempo anterior e no tempo presente) mais as taxas de nascimento e mortalidade modular o que em organismos unitários é feito pela contagem de indivíduos.<br />
4) a- Fêmeas maiores teriam um ganho de aptidão, em relação aquelas de menores tamanhos corporais, através do aumento na fecundidade.</p>
<p>b) Anulada</p>
<p>5) a- A distribuição de recursos e condições ao longo do planeta não é uniforme, isso faz com que a ocupação dos ambientes  pelos organismos se dê de forma variada. Consideramos então existir manchas abióticas (recursos inorgânicos e condições) ou bióticas (organismos + recursos e condições).</p>
<p>b) A dispersão é um evento importante para a continuidade das populações uma vez que através dela pode-se diminuir os efeitos da competição intra-específica e permite a colonização contínua de novas manchas de habitas.</p>
<p>6) Pode-se considerar como um evento de migração pois ela é um movimento em massa de indivíduos de uma população motivada pela mudança nas condições do habitat. Sendo o padrão de múltiplo retorno o que melhor se enquadra no exemplo</p>
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